Quem pode executar a ferramenta
Assim que uma ferramenta é deixada numa pasta partilhada, a sua lista de acesso passa a ser a da pasta. Esta página conta como esse dado fica por escrever e porque retirar o acesso não é o mesmo gesto que concedê-lo.
Perguntas cuja resposta não está escrita em lado nenhum
Nenhuma destas perguntas é difícil. Difícil é que, com a distribuição de hoje, nenhuma possa ser respondida olhando para um registo.
- Quem pode executar esta ferramenta neste momento?
- Todos os que chegam à pasta. A lista é da pasta e não da ferramenta, e cresceu durante anos por razões completamente diferentes.
- Quem levou uma cópia, e quando?
- Copiar não deixa rasto. Depois de o ficheiro sair, não há registo de quem o levou, quando, nem de quantas cópias já existem.
- Quem pôs este ficheiro na pasta?
- Qualquer pessoa com permissão de escrita. Uma ferramenta aprovada e um ficheiro que alguém deixou ali para experimentar parecem iguais na pasta.
- O que aconteceu à cópia na máquina de quem saiu?
- Continua lá. Fechar a conta termina o acesso à partilha; a cópia levada antes fica naquele computador.
- Que ferramentas viu a equipa externa?
- Se recebeu acesso à pasta do projeto, recebeu acesso às ferramentas que lá estão. As duas coisas nunca se decidem em separado, porque uma única permissão abre ambas.
Conceder é um gesto; retirar, não
A dificuldade real não é as perguntas ficarem sem resposta: é os dois sentidos não custarem o mesmo. As duas caixas abaixo têm a mesma largura mas não o mesmo peso, e é essa diferença que interessa.
Conceder acesso
Acrescenta-se um utilizador à pasta. Um gesto, alguns segundos, e a partir desse momento todas as ferramentas da pasta ficam abertas para ele.
Retirar o acesso
- Retira-se o utilizador da pasta, o que apenas trava as cópias novas.
- Alguém apura que ferramentas essa pessoa copiou antes; nenhum registo o mostra.
- Procuram-se as cópias na máquina: ambiente de trabalho, pasta de transferências, caminhos de suporte do AutoCAD, uma pen USB.
- Pergunta-se se a mesma cópia passou a mais alguém, e a resposta vale o que valer a memória.
- Nenhum passo prova que terminou: o trabalho fecha com um «provavelmente limpo».
A lista da direita não nasce de má gestão mas da própria estrutura: um ficheiro já copiado não se pode recuperar. Por isso o acesso tem de ficar ao lado de um registo, não ao lado de um ficheiro.
O que este produto faz
Uma ferramenta não é um ficheiro copiado mas um direito, concedido a uma pessoa ou a um grupo. Quem não o tem nem sequer vê o pacote no catálogo. Os direitos podem ter prazo: o acesso de uma equipa externa termina sem que ninguém tenha de se lembrar de o retirar. Cada concessão e cada retirada é escrita no registo de auditoria, que não pode ser apagado, e assim «quem, a quem, quando» continua a ter resposta meses depois.
O que não faz também pertence aqui: retirar um direito não apaga uma cópia já instalada naquela máquina. As ferramentas instaladas funcionarem sem o servidor é uma decisão deliberada, para que uma rede em baixo não pare o trabalho de ninguém. A retirada trava instalações novas e atualizações, e deixa por escrito quem tem aquela cópia.
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A demonstração dura uma hora e é feita com as suas ferramentas. Não saber hoje quem acede a quê não é problema; a instalação-piloto é gratuita.
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